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Bricklaying In Process

O que muda?

A GDAIE passa a contar com um braço cooperativo. Uma resposta institucional às necessidades que identificámos ao longo destes anos de trabalho direto com a comunidade migrante.

Através desta nova estrutura, nos faremos valorizar pela necessidade da nossa força de trabalho. Transformamos a união em poder económico e social.

  • Lei n.5 75/2000

A lei prevê que as entidades representativas de imigrantes sejam consultadas na definição das políticas que lhe dizem respeito. Na prática, isso raramente acontece.

É essa a lacuna que a nova fase da Global Diáspora vem preencher.

Porque se juntar a uma COOPERATIVA?

Aqui estão as principais razões pelas quais este modelo pode funcionar para você:

Calculator On Paper

Força Económica e Financeira

  • Escala comercial: Negociamos melhores preços com fornecedores.

  • Redução do Poder dos intermediários: Retêm a margem total do lucro.

  • Acesso a crédito: Conseguem empréstimos bancários mais facilmente.

  • Partilha de custos: Dividem despesas de instalações e transportes.

Raised Fists Unity

 Democracia e Autonomia

  • Voto igualitário: Cada membro tem direito a um voto.

  • Decisão própria: Definem os seus horários e regras internas.

  • Fim da exploração: Eliminam patrões que impõem condições precárias.

  • Sentimento de posse: Tornam-se co-proprietários do próprio negócio.

Activism Protest Sign

 Proteção Social e Jurídica

  • Direitos básicos: Garantem acesso a férias e baixas médicas.

  • Segurança no trabalho: Investem coletivamente em equipamentos de proteção.

  • Representação legal: Defendem-se de abusos com apoio jurídico comum.

  • Rede de apoio: Apoiam membros em situações de doença familiar.

Adult Learning Class

Capacitação e Inovação

  • Formação contínua: Financiam cursos de qualificação para o grupo.

  • Troca de saberes: Trabalhadores experientes ensinam os mais jovens.

  • Tecnologia acessível: Compram máquinas modernas impossíveis de adquirir individualmente.

  • Marca própria: Criam uma identidade forte para atrair mais clientes.

Em Portugal, os setores que mais empregam imigrantes são a agricultura, hotelaria e restauração, a construção civil, a indústria transformadora e a logística.

As cooperativas são guiadas por 7 princípios fundamentais:

1.º Princípio — Adesão voluntária e livre

As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e dispostas a assumir as responsabilidades de membro, sem discriminações de sexo, sociais, políticas, raciais ou religiosas. 

2.º Princípio — Gestão democrática pelos membros

As cooperativas são organizações democráticas geridas pelos seus membros, os quais participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões.

3.º Princípio — Participação económica dos membros

Os cooperadores destinam os excedentes a um ou mais dos objetivos seguintes: desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos, é indivisível; benefício dos membros na proporção das suas transações com a cooperativa; apoio a outras atividades aprovadas pelos membros. 

4.º Princípio — Autonomia e independência

As cooperativas são organizações autónomas de entreajuda, controladas pelos seus membros. 

5.º Princípio — Educação, formação e informação

As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos, dos dirigentes e dos trabalhadores, de modo a que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento das suas cooperativas. 

6.º Princípio — Intercooperação

As cooperativas servem os seus membros mais eficazmente e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais. 

7.º Princípio — Interesse pela comunidade

As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades, através de políticas aprovadas pelos membros. 

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